segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quem paga a conta?


Os dois adentraram à noite com os corpos seminus. A roupa rasgada exibia os contornos da superfície molhada por saliva e gozo. Os gestos, realizados outrora, construíra o contato sugerido e obedientemente seguido. Foram delírios entregues, aceitos, sem confissões ou promessas. Sem regras dores transformaram-se em êxtase, sem rédeas seus corpos seguiram intensamente acalentando-se. Quem pensaria naquele instante na armadilha do domínio?

2 comentários:

  1. Que lindo!!
    Eu estou sem palavras, para descrever o quanto que é lindo esse poema, e como consegue descrever os momentos, ao ponto de fazer a imaginação, ser tranportada em segundos para o memento!

    Queria ter tanta facilidade como você para falar tantas coisas do que sente!

    Isso é uma qualidade magnifica, acho que consigo fazer isso cantando, e você com as palavras trabalha seus poemas com um amor, e trabalhando umas sutilezas, lindas!!

    Eu acho que não consigo mais dizer qual é o melhor!!
    Lindos!!
    Parabéns!

    Di!

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  2. Muito, bem essa foto diz muito com mesagen, sobre o que passamos, com essa virada rapida e prematura da tecnologia
    que hoje deve, ser olhada e pensada, pois a inda assim, pagamos as contas!

    Eu achei lindo o poema, eu estou em São Paulo, mais meus pensaentos, e meus mebros tremem em pensar, no Rio, quando lembro do eu amor, no acorda!

    Amo, e que não me neguem, esta força, mesmo negada, lutarei para amar, o reflexo da massa dos ossos, que a vida é finda, mais á alma, tem vidas ano luz!

    Beijos
    Parabéns!
    Di!!

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