Vitrine moderna

“Vitrine moderna” foi criado com o intuito de externar - publicar universalmente - as catarses de uma flâneur que transita pela multidão nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Ao leitor(a) nada é cobrado. Visite se quiser, comente se sentir à vontade.


Não tenho a pretensão de ser artista. Sou um homem do mundo – uma mulher do mundo. Pra citar mais uma vez Baudelaire: “Entenda-se aqui, por favor, a palavra artista num sentido muito restrito, e a expressão homens do mundo num sentido muito amplo. Homem do mundo, isto é homem do mundo inteiro, homem que compreende o mundo e as razões misteriosas e legítimas de todos os seus costumes; artista, isto é, especialista, homem subordinado à sua palheta como servo à gleba.”

Seguidores

Arquivo do blog

  • ►  2010 (6)
    • ►  06/20 - 06/27 (1)
    • ►  02/28 - 03/07 (2)
    • ►  02/21 - 02/28 (1)
    • ►  01/17 - 01/24 (1)
    • ►  01/10 - 01/17 (1)
  • ▼  2009 (28)
    • ►  09/27 - 10/04 (1)
    • ►  09/20 - 09/27 (1)
    • ►  09/13 - 09/20 (1)
    • ►  08/23 - 08/30 (1)
    • ►  08/02 - 08/09 (2)
    • ▼  07/26 - 08/02 (1)
      • Eu leio, mas palavras não me bastam
    • ►  06/21 - 06/28 (1)
    • ►  06/14 - 06/21 (1)
    • ►  05/31 - 06/07 (1)
    • ►  05/03 - 05/10 (1)
    • ►  03/29 - 04/05 (2)
    • ►  03/15 - 03/22 (2)
    • ►  03/08 - 03/15 (2)
    • ►  03/01 - 03/08 (1)
    • ►  02/22 - 03/01 (2)
    • ►  02/08 - 02/15 (4)
    • ►  02/01 - 02/08 (4)
Minha foto
Ver meu perfil completo

sábado, 1 de agosto de 2009

Eu leio, mas palavras não me bastam


A vida nos segue
sem que a sigamos
Postado por Sá às 17:14 Nenhum comentário:
Marcadores: prosa poética
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)
“Trata-se de tirar da moda o que esta pode conter de poético no histórico, de extrair o eterno do transitório. (...) A modernidade é o transitório, o efêmero, o contigente, é a metade da arte, sendo a outra metade o eterno o imutável” Baudelaire.