
Ah, Isabela! Tu eras a maravilha.
Era o fruto que desmancha na boca.
A suavidade do afago sob a pele macia.
O encontro dos enamorados
Era a tarde de domingo.
Eu sou só a lembrança
A vontade de reviver o que tu era
Abra-me seus braços
Me leve para a lonjura do horizonte
Com suas pedaladas alcanço o infinito
Com o seu olhar encontro o caminho
Abra-me seus braços
Quero me perder no emaranhado de seus cabelos
Ao seu lado descansar na grama macia
Abra-me seus braços
Juro que nunca mais minto
E que serei sempre sua

Nenhum comentário:
Postar um comentário